quinta-feira, julho 29

Vão Gozar com a inteligência de outros...

Carros utilitários patrulham florestas em Santarém



QUA 28 JUL incêndios
As Câmaras Municipais do distrito de Santarém receberam veículos utilitários para o patrulhamento das florestas em risco de serem fustigadas pelos incêndios de Verão.

Os automóveis, atribuídos no âmbito do Programa de Apoio à Vigilância Móvel nas Florestas, suscitaram a indignação dos autarcas, que os consideram inadequados para a função a que se destinam.

Os autarcas do distrito de Santarém lamentam que as viaturas, na sua maioria os modelos Clio da Renault, Punto da Fiat e Yaris da Toyota, não possam circular em caminhos mais inóspitos, onde o patrulhamento é crucial.

No caso do distrito de Santarém foram apresentadas candidaturas de dez concelhos para o projecto, tendo sido atribuídas um total de 149 viaturas e o respectivo equipamento - telemóveis, binóculos e coletes reflectores.

As equipas, que estarão a funcionar até 15 de Setembro, podem ter até três pessoas, sendo que cada autarquia pode candidatar-se a um máximo de duas brigadas.

in: site oficial da GALP-energia

POR MOTIVOS DE PURA HIGIENE E SANIDADE MENTAL E PORQUE PRETENDO MANTÊ-LAS EM PERFEITO ESTADO DE UTILIZAÇÃO, ESCUSO-ME A COMENTAR ESTA SITUAÇÃO. REPUGNA-ME MENOS O CÓCÓ DOS CÃES DAS TIAS AFECTADAS COM OS QUAIS TROPEÇAMOS A TODA A HORA NOS NOSSOS PASSEIOS, QUE SITUAÇÕES DESTAS. INQUALIFICÁVEL.



Ainda sobre a anterior, já com a Jenifer, foi a mesma coisa. A bacana convidou-me (a Maria ficou fula, bolas!!!) e ali apareci eu. Nunca cheguei a aparecer nos media internacionais, porque os diligentes e sempre púdicos defensores da moral norte-americana, decidiram não divulgar as imagens. Oh! Jenie, também, podias ter tapado um pouco mais as maminhas, mas, enfim, ao mesmo tempo andei uns tempos (até à escorregadela apresentada anteriormente) sem ser incomodado pelos media, anónimo e feliz. Aceita o meu acto de contrição Jenifer, que a Tiazinha não passa de uma boa (mesmo boa) amiga do peito (e que peito!!!). Já sabes, já me conheces; se tivesse que escolher entre ti e ela, já sabes... (escolhia as duas e aproveitava para levar a Zeta Jones, que o Michael Douglas é um liberal do caraças) I Love Jet set(oito, nove,(...) live stile. Iscaaaassssss!!!!! Posted by Hello


AMIGOS!!! Fui apanhado!!! Os tipos das revistas e esses "papparazi", não perdoam. Não dormem em serviço!!! Queira lá um tipo ser discreto e nem nos momentos de maior intimidade nos respeitam. Ainda se fosse uma celebridade!! Depois, já se vê. Um tipo é logo rotulado de isto e daquilo... Isto já para não falar dos comentários pelas costas e as segundas leituras de uma coisa deste género. Porra, vou processar os tipos... Compreendo-te Santana, ai como te compreendo!! Posted by Hello


QUE QUADRO!!!Eis o Exemplo de uma família Feliz. A Celeste , madrinha aplicada, o Paulito, com novo "look", a Manelita, sempre muito simples, austera e discreta e o o pai da criança, o Manel do Cherne. Digam lá que o Santanita não tem um ar Angelical!!! Que ternura!!!! Posted by Hello

quarta-feira, julho 28


Prontos, já consegui o que queria, agora vou voar para outras paragens! Posted by Hello


Num fica assim! Já consegui meter fotos, mas a primeira num foi lá muito bonita! rssssss Posted by Hello


Grande trapalhada! Posted by Hello

Agora é que vai! Posted by Hello

sexta-feira, julho 23

Eu... polémico?!?!

A ver se isto saiu... a imagem espero eu, deve ser nítida.

ehehehe!!!
Olha não saiu, bolas visitem o site. Ela está lá.

Vou continuar a treinar.







        A AUTO-SEGREGAÇÃO SUBJUGA MAIS AS MINORIAS QUE A PRATICAM E ACABAM POR CRIAR ANTICORPOS CONTRA ELAS MESMAS.  A VITIMIZAÇÃO ACABA SEMPRE POR SER A DESTRUIÇÃO DOS QUE SENDO HOJE MAIS FORTES SE ESQUECEM QUE O AMANHÃ SÓ AO FUTURO PERTENCE.

J.Cruz


quinta-feira, julho 15

RUMO AO HOMEM

RUMO AO HOMEM

Um sábio ser, um dia, veio e instruiu-nos a nós, os ignorantes.
Ensinou-nos a falar. Antes só sabíamos cantar.

Foi uma tentação. Com certeza devíamos aceitar. Agora todos sabemos falar, após alguns anos de infância e balbucios. Mas agora já não somos como dantes. Já não é aquele encanto.

Faziam-se coisas. Havia empresas, reuniões, obras, preparações rumo ao futuro. Tínhamos árvores. De quase tudo se ocupava ele. Outrora governava-nos. Não precisávamos de querer, de decidir. Ainda podíamos folgar. Desapareceu, sem conseguirmos perceber.

Agora tudo nos incumbe a nós, e ele deixa andar, já não se interessa.
É como se não desse por nada.

Não foi a primeira vez que ele se desligou.
A seu ver, é certo não sermos aceitáveis, nem sequer muito interessantes. Os nossos pais-predecessores sabiam interessá-lo. Eles sim, sabiam o que se impunha para não ficarem sozinhos, fazendo-o voltar. Nós porém não sabemos, não demos com o meio necessário.

Dantes uma música unia-nos. Uma música que nos fora dada para isso, para a ele voltarmos, para voltarmos ao ser tão importante que podia governar-nos a terra que era nossa. Uma certa música. Essa música, que nos fora legada para ser o elo, voltava a pô-lo em contacto com a gente. Mas foi perdida.

Alguns de nós deixam a tribo para ir viver com os animais selvagens. Nós deixamo-los ir.
Os animais selvagens não os aceitam. Não se deixam enganar por inclinações tumultuosas, por meras intenções.
Deste lado o fosso é grande e largo, um fosso que actualmente não pode ser coberto.

Porque nós não somos animais. Embora de certo modo ainda não sejamos homens perfeitamente. Havemos de sê-lo. Convém não desesperar. Já o fomos. Fomo-lo em tempos recuados. Ao mesmo tempo que esses que hoje em dia nos bosques e na savana inteiramente voltaram a ser animais, mas respeitamo-los. Vedamo-nos vigiar as suas vidas ou indagar seja o que for sobre essas vidas, o que desta ou daquela maneira talvez os humilhasse.
Porque, apesar de termos ficado, quanto a nós, mais de meios-homens sobretudo no aspecto, e por isso à frente dessas vidas, é de recear e é possível que só depois delas de novo nos tornemos homens completos e verídicos. Não se pode saber. Não se pode ter a certeza. Gabar-se a gente disso não cairia bem.
Por enquanto, a quatro patas ou de outro jeito, na floresta, em tocas, elas aguardam o seu longínquo futuro de homens, com grande dignidade, com uma dignidade exemplar.

Tradução de Júlio Henriques
Textos extraídos de Chemins cherchés Chemins perdus Transgressions, Gallimard, Paris, 1981

O PRINCIPEZINHO

O livro O Principezinho fala de um menino que vivia num planeta: o Asteróide B612, e que caiu no planeta Terra. Isto aconteceu porque o menino queria arranjar uma ocupação e instruir-se, decidindo então visitar outros asteróides: o Asteróide 325, em que só vivia um rei que não tinha ninguém para mandar fazer o que dizia; o Asteróide 326, onde vivia um vaidoso que estava sozinho e não tinha quem lhe elogiasse; o Asteróide 327, onde estava um bêbado; o Asteróide 328, em que vivia um homem de negócios que só pensava em fazer contas; o Asteróide 329, onde se encontrava um acendedor de candeeiro que "fazia" a noite e o dia; e finalmente, o Asteróide 330, no qual vivia um geógrafo que sabia onde ficavam os mares, os rios, as cidades, entre outras coisas e que aconselhou o menino a visitar o planeta Terra, por ser um planeta com boa reputação. Assim, o menino foi parar ao deserto do Saara, onde o escritor desta história se encontrava perdido após se ter partido qualquer coisa no motor do seu avião.

Eles conheceram-se quando o Principezinho se chegou ao pé dele e disse: "Por favor, desenha-me uma ovelha." Para o escritor, o Principezinho foi o único a em entender os seus dois desenhos feitos quando era criança: uma jibóia aberta e outra fechada, que todos teimavam em dizer ser um chapéu. Ele ficou maravilhado por o Principezinho adivinhar e assim, desenhou-lhe uma ovelha e a caixa para a ovelha.

Depois, conversaram imenso. Principalmente, o Principezinho que contou as várias aventuras que teve em Terra. Nas suas conversas há, por vezes, uma moral, pois tenta-se mostrar o bem e o mal de certas coisas.

O escritor sabia que nesse mesmo dia, à noite, a estrela do Principezinho iria estar por cima do lugar onde caiu e disse-lhe que ia ter muitas saudades dele. O Principezinho respondeu-lhe: "Depois, à noite, pões-te a olhar para as estrelas. A minha é pequenina demais para se ver daqui. Mas, é melhor assim, para ti, a minha estrela vai ser uma qualquer. Assim, gostarás de olhar para as estrelas todas..." Seguidamente, o Principezinho deu-lhe a mão. Mas, continuou preocupado... Se quiseres saber o final da história é só leres o livro e saberás!

PEDIDO DE DEMISSÃO

From: "Elaine of Astolat"
Date: Fri Mar 3, 2000 5:09 am
Subject: Pedido de demissão


PEDIDO DE DEMISSÃO


Venho, por meio desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria dos adultos.

Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as ideias de uma criança de oito anos, no máximo.

Quero acreditar que o mundo é justo, e que todas as pessoas são honestas e boas.

Quero acreditar que tudo é possível.

Quero que as complexidades da vida passem despercebidas por mim, e quero ficar encantada com as pequenas maravilhas deste mundo.

Quero de volta uma vida simples e sem complicações.
Estou cansada de dias cheios de computadores que falham, montanhas de papelada, noticias deprimentes, email's com vírus contas a pagar, fofocas, doenças, e necessidade de atribuir um valor monetário a tudo o que existe...

Não quero mais ter que inventar jeitos para fazer o dinheiro chegar até o dia do próximo pagamento.

Não quero mais ser obrigada a dizer adeus a pessoas queridas, e, com elas, a uma parte da minha vida.

Quero ter certeza de que a Deusa olha por nós, e de que, por isso, tudo está perfeitinho neste mundo.

Quero viajar ao redor do mundo no barquinho de papel que vou navegar numa poça deixada pela chuva.

Quero jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as ondas que elas formam.

Quero achar que as moedas de chocolate são melhores do que as de verdade, porque podemos come-las e ficar com a cara toda lambuzada.

Quero ficar feliz quando as folhas nascem na Primavera.

Quero poder passar as tardes de verão à sombra de uma árvore, construindo castelos no ar e dividindo-os com meus amigos.

Quero voltar a achar que chicletes e rebuçados são as melhores coisas da vida.

Quero que as maiores competições em que eu tenha de entrar sejam um jogo da macaca ou uma “apanhada”...

Eu quero voltar ao tempo em que tudo o que eu sabia era o nome das cores, a tabuada, as cantigas de roda, e isso não me incomodava nadinha, porque eu não tinha a menor ideia de quantas coisas eu ainda não sabia...

Eu quero acreditar no poder dos sorrisos, dos abraços, dos agrados, das palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia.

Por isso, tomem a lista do supermercado, as receitas do medico, o talão de cheques, os cartões de credito, os cartões de identificação, o pacotão de contas a pagar, a declaração de renda, a declaração do IRS, as passwords do meu computador e das contas no banco, e resolvam as coisas do jeito que
quiserem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A partir de hoje, isso é com vocês, porque eu estou-me a demitir da vida de adulto.

NAO TENHAM MEDO DE SER FELIZES!
E SORRIAM!!!

Autora: ELAINE


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quarta-feira, julho 14

COINCIDÊNCIA?!?!?!? VÃO GOZAR COM A P***Q**P****

Fui confrontado com esta notícia logo de manhã!!!
Apre! que forma mais violenta de acordar um gajo!!!



‘Apito Dourado’ - Pai do juiz é assessor de Valentim Loureiro
LIGAÇÃO SURPREENDENTE


O novo juiz que vai instruir o processo no qual Valentim Loureiro está indiciado em 23 crimes é filho de um funcionário da Câmara de Gondomar, autarquia onde também um seu irmão é fiscal de obras.
Estela silva /Lusa

O caso Apito Dourado aparece cada vez mais enredado em polémica
O pai do magistrado desconhecia esta nomeação e ficou ontem a saber pelo CM que seria o seu filho a assumir o processo ‘Apito Dourado’.

Paulo Emanuel Teixeira Abreu da Costa foi nomeado para o Tribunal de Instrução Criminal de Gondomar no âmbito da rotação de magistrados cujo projecto deverá ser aprovado sexta-feira pelo Conselho Superior da Magistratura. Não é de excluir, aliás, que no projecto definitivo as nomeações se alterem.

A vaga abriu após a juíza Ana Cláudia Nogueira, a seu pedido, ter abandonado o cargo e sido colocada no 2.º Juízo Cível de Oliveira de Azeméis. Paulo Costa estava colocado no Tribunal de Família e Menores de Braga – onde, de resto, ainda se encontra – e estava longe de imaginar que o seu destino seria Gondomar, uma vez que esta comarca não estava incluída nas primeiras 60 alternativas a que se candidatou.

O novo juiz é filho de João Abreu Costa, assessor técnico na Câmara há 20 anos, e irmão de Nelson Costa, fiscal de obras da mesma autarquia vai para uma dúzia de anos.

“Não me cabe a mim tirar qualquer ilação, apenas mostrar a minha estupefacção pela nomeação de um filho de um assessor do presidente Valentim Loureiro para instruir um processo contra o próprio Valentim Loureiro”, disse ao CM Ricardo Bexiga, vereador sem pasta e líder da concelhia do PS de Gondomar.

A indignação de Bexiga vai mais longe. “O presidente está indiciado por 18 crimes de corrupção activa, o vice-presidente está preso há dois meses, um vereador suspendeu o mandato por imposição do Tribunal e apenas três vereadores gerem todos os pelouros. Entretanto, o Tribunal de Contas chumba os contratos, as Águas ameaçam cortar a água, a protecção civil não existe, o Polis está parado, não avança o Metro, a biblioteca, o multiusos ou o centro de ourivesaria. A Câmara está sem rei nem roque.”

A nomeação de Paulo Costa em nada vem favorecer o clima de desconfiança na eficácia do caso ‘Apito Dourado’ – despoletado por suspeitas de envolvimento de dirigentes do clube de futebol na viciação de resultados –, sobretudo após o director da PJ, Adelino Salvado, ter destituído os responsáveis pela investigação.

"NÃO TENHO NADA A VER COM ISSO"

O juiz Paulo Emanuel Costa esteve ontem durante toda a tarde em “diligências” no Tribunal de Família e Menores de Braga, pelo que não pôde comentar a sua nova nomeação.

Já o pai, João Abreu da Costa, mostrou-se surpreendido com a notícia que o CM lhe veiculou: “Não sabia de nada, estou agora a saber pelo vosso jornal. Mas não há nada para comentar, o meu filho tem a vida dele e eu tenho a minha, nenhum dos dois tem nada a ver com isto, é uma coincidência”, referiu.

João Costa sublinhou que está na autarquia há 20 anos e que nem é amigo pessoal de Valentim Loureiro. “Só nos cumprimentamos, educadamente, e nem sempre”, afirmou.
Luís Lopes (Porto)


in: edição on line do CM de 14/07/2004

terça-feira, julho 13

CARTA ENVIADA A BELÉM

Assunto: Escolha do 1º Ministro

Incelência:

Andando Bossa Incelência numa canseira a óscultar personages para escolher um 1º menistro, que não seja um pulha - o que é deficel nos tempos que correm - é com grande alegria minha que benho dezer-lhe que tenho uma solussão que dará grande tisfaçom a todos:
Pois bem, ponha lá o Secolari e seremos os maiores!

Olhe com ele descubrimos que temos muito órgulho em sermos portugueses - dantes a malta inté baixava a boz e olháva à bolta a ver se ninguém óbia e ólhe que isto tanto era aí como na estranja!
A malta já sabe qual é a nossa bandeira, e dá jeito porque a malta põe-a nos prédios e tápa-se as rachas das paredes e a tinta já a precisar de uma demão, ó então a malta embrulha-se nela e escusa de mudar de roupa, nem se bêem as nódoas nem nada.
O hómem pos-nos todos a cantar, a gente que inté erámos pró triste, já sabemos o hino de cór.
A malta agora é muito unida e já não anda a pôr ao léu as misérias uns dos outros.
O hómem consegue pôr 11 homens a trabalhar e a correr o que é óbra, olhe que não me lembro de nenhum 1º menistro conseguir isso com o menistros.

A gente não se importa dele ser brasileiro, porque a malta até o percebe, e antes brasileiro do que f. d. p. como esses que andam aí.

Bossa Incelência escusa de me agradecer e dezer que a ideia foi minha, o que eu quero é o bem pró país. Já agora, dê aí um bacalhau ao Zé Manel, e diga-lhe que a malta o cumprende, a malta também tebe de emigrar, prá arranjar uma bidinha melhor, isto cada um sabe de si.


Zé Portuga
Editado por Água-Pura, proprietária da COMUNIDADEmsn TravessadaÁgua RECOMENDADA

Viva o C&A / PNFM

"Raio de Povo este, terrível, aguerrido, que não se governa nem se deixa Governar" (Sertório, Centurião Romano, posteriormente Líder dos Lusitanos)

Chega. Para mim, chega. De uma vez por todas, vou fazer da minha facção política a minha bandeira. Mais à frente revelarei o nome; mas até poderia ser o C&A/PNFM (Cag**ndo e Andando, p'ra não fazer monte) mas logo não faltaria a crítica de um qualquer ser pensante, mais nacionalista e com inclinação peniana para a direita dizer, que eram influências da conhecida cadeia de lojas de pronto a vestir.

Não há na verdade mais pachorra para aturar os desvelos da nossa praça política, as birras dos boys e dos menos boys (ai se o Ti Rui Teixeira me ouve!!), os saltos de gafanhotos pintados de laranja azeda, de S.Bento para uma cidade onde há um garoto (por certo bem malcriado, que há séculos se diverte a dar largas aos seus desvelos mictórios para todos quantos passam em frente do seu púlpito. Que falta de nível na verdade, trocar o velhinho e tão nacional lançamento do escarro, por tal imoralidade!!! E ainda nos chamam povo desprovido de sentído cívico!!!

No meu sector político, ao menos estamos sempre contra tudo e contra todos, desenganem-se esses engravatadinhos e penteadinhos bem comportadinhos do PP, bem como os citrinados sociais-democratas do PSD já que esse título não é exclusivo do PC ou BE. Não senhor, o eleitorado da minha facção política é quem está sempre contra tudo e contra todos, porque até contra nós próprios nós conseguimos falar. Somos mesmo os verdadeiros animais políticos, os verdadeiros ícones da Democracia (poder do povo) que os Helénicos (de tão má memória para nós) nos ensinaram.
Somos os que mais tipos temos infiltrados em todos os sectores da sociedade e política. Representamos mais de metade do eleitorado deste país, claro sem esquecer que de vez em quando temos uns dissidentes, que de quando em vez lá vão que nem cordeiros contribuir para que um qualquer tipo engravatado aumente o seu pecúlio mensal daí a uns meses e quase sempre por vários anos.

Não me atirem com o argumento que não deveriamos protestar já que a nossa falta de participação nesse acto cívico aproveita a todos e se o partido fosse legalizado e institucionalizado, seriamos uma maioria de muitos milhões.

Dá gozo ver, a partir destas fileiras, a quantidade de trapalhadas, aldrabices e argumentos com que uns e outros se dagladiam, com os quais tentam dar a volta a um povo adormecido, pouco ciente dos seus direitos e deveres cívicos e néscio nos preceitos legais que regem constitucionalmente a República (por certo nunca sufragada). Aliás, a propósito disso, já que agora se discute a legalidade e legitimidade das medidas tomadas e seguidas por todos estes sáurios políticos, porque não dar palavra em referendo ao povinho acerca do que ele acha da legalidade e legitimidade da revolução republicana, que depôs e impôs uma mudança radical de regime político em Portugal. Façam-no e a bola de neve repassará os anais da História e ainda vamos acabar a questionar-nos uns aos outros se o fundador da nacionalidade não deveria ir a Tribunal por Injúrias e Coacção Fícica na pessoa da Senhora sua mãe!!!

Não vislumbro um político, um só que seja, que consiga ser coerente e seja verdadeiro no que diz. A convicção das pretenciosas palavras a favor de causas públicas e sociais, são as mais fáceis de indicar, esgrimir. As políticas seguidas por quem governa, são na realidade a forma mais difícil de fazer cumprir e sufragar, mesmo quando têem virtudes que só o futuro poderá penalizar ou louvar. Enquanto tivermos em Portugal políticos que não são capazes de, em nome do verdadeiro progresso, paz social e justiça popular, envergar a camisola do trabalho, deixar vaidades, interesses e pose de "yes-man", fazer dos problemas sociais uma bandeira para melhorar o sistema e não gratuitamente contra o sistema sem apresentar soluções viáveis ou apresentando-as, não utópicas, nunca teremos uma força de gente que fará obra em favor do povo e para o povo. Oposições, sejam elas de que sector forem, deixem de ser tão carneiristas e seguidistas (estilo ditadura-partidária) e pensem mais no bem comum. Raios, há queijo para todos, ou só comem queijo do Campêlo!!!

Enoja-me ver políticos extremistas, que esgrimem a desgraça de outros de tal forma vil, com atitudes bacocas, que alimentam extremismos (fantasmas da sua própria existência), acabando eles por ser isso mesmo, extremistas ridículos e execráveis. Vejam-se as bandeiras dos excluidos e das minorias como são arremessadas e endeusadas de forma a que elas próprias não se dão conta que alimentam este jogo viciado. Atenda-se ao que se passa nos argumentos conservadores de quantos têem ainda veleidades quanto a temas tais como o direito à vida intra-uterina ou participação em obscuras decisões de política internacional.

Abomino os ridículos debates parlamentares, os choros e revoltas de políticos perante decisões, à guiza de birra-do-menino-contrariado, dos palavrões encapotados e menos encapotados, dos charmosos cabelos empastados dos "Reagan's" à portuguesa, destes vermes que nos atemorizavam com os comedores de meninos dos comunas e que agora furam cidades (deixam o buraco a meio, porque embora percebam de buracos, esses são outros e tratados, digo eu, de forma mais pessoal) e depois abandonam a barca em nome do tão propalado Interesse Nacional...

Vão todos brincar nos buracos de quem quiserem, como quiserem e onde quiserem, mas deixem de esburacar mais a inteligência, o juizo e a paciência tão mal tratadas deste país, que não sei o que terá feito para sofrer tal Fado (porra, em vez de fado, podiamos ter o Malhão ou a Chula, assim, não nos andavamos a debulhar em lágrimas há séculos e sempre era mais animado).

O meu sector político é o futuro Partido Nacional dos Abstencionistas, os quais de forma pessoal e uninominal a si chamam o direito de serem reconhecidos como nova força nacional e apresentam a sigla Mudem Esta Raça De Algozes .

Por tudo isto e por tudo o resto, recuso-me a entrar em qualquer tipo de debate com qualquer tipo de políticos, políticas e similares. F.dss p'ra todos eles que para mim já chega.

Se fosse para a liderança do meu "partido", está-se mesmo a ver que deixava de ter oportunidade de zurzir nuns e noutros. Ao menos já não perco tudo.


Desculpem se fiz uso de alguma palavra ou afirmação mais grosseira, mas, já dizia o Ti Soares, o povo tem direito à Indignação. Raio, eu sou povo porra!!!

segunda-feira, julho 12

Brincar a sério

Coisas, coisas e mais coisas... resta saber se terei tempo, arte e engenho para colocar aqui algo de interesse. Se calhar ninguém lê. Se não lerem, ora! Que se lixe (convém entrar com calma).
Volto já.

 

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