segunda-feira, maio 2

Obama, o Nobel da Paz?!?!?!....

Hoje, durante a madrugada europeia, com a solenidade e circunstância que é hábito nos Presidentes dos EUA (mais gafe ou menos gafe), ridiculamente, de forma absolutamente arrogante e "com um brilhozinho nos olhos", Obama (o salvador da América, o pacific...ador, a voz crítica das intervenções bélicas internacionais dos seus antecessores, o idolatrado por  Michael Moore e todas as "virgens ofendidas" pelos excessos imperialistas de Bush [pai e filho], aquele que iria mudar o rumo, a face e a posição perante o planeta da nação Americana), ele mesmo, dirigiu-se ao mundo anunciando a morte de Bin Laden, o inimigo público número 1 do mundo. É consensual, exceptuando claro aqueles que não se revêem nos valores da Paz, Justiça e Democracia, que Bin Laden era uma ameaça para a estabilidade e harmonia planetária. Só quem não esteja no seu perfeito juízo, poderá pensar o contrário (digo eu) e isso é consensual; o tipo era mesmo execrável. Daí, a haver tanto júbilo, começando por aqueles que nunca tomaram posições concretas acerca do mandante da morte de milhares de pessoas, ou foram céleres a condenar acções próximas tomadas, por exemplo, por Bush, acho que é exagerado. Não sei como vão os fervorosos apoiantes da "causa Democrata" de Obama, dentro e fora dos EUA, analisar uma ordem directa que visou eliminar, pura e simplesmente, aquele que tantas contas tinha a prestar ao mundo. Até o "clown Bush", em relação a Sadam Usseim, procurou que o escroque tivesse um julgamento (mesmo que seja questionável). O que afinal Obama fez, foi passar uma ordem de execução extra-juducial, à revelia da comunidade internacional. Se tivesse vergonha, o PRÉMIO NOBEL DA PAZ, devolvia já a distinção à Academia Nobel (coitado do Dr. Alfred que deve dar mais voltas na tumba que um gato com fogo na cauda) e propunha desde já ao congresso dos EUA a abolição da Pena de Morte para todos os Estados da União e a deposição efectiva das Armas que "povoam" os seus conterrâneos, abolindo essas duas emendas da Constituição. A meu ver, há duas interpretações que são passíveis de serem reais: uma é que nunca interessaria ao Colosso Americano que Bin Laden "botasse a boca no trombone" e ficassem ainda mais a nú as asquerosas política Norte-Americanas e o seu discurso ambíguo e encapotado de princípios éticos, morais e humanistas; outra (aí desafiava o More ou outro da sua "laia") deixa-me a pensar se, efectivamente, o Bin morreu ou não terá sido levado para algum lugar onde lhe deram garantias de protecção a troco de ele pressionar os seus pares a deslocarem os seus ódios para fora do continente Norte-americano. Ainda há quem dê crédito a estes tipos... mal, mesmo muito mal vai o Mundo!!! J. Vaz de Carvalho

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