terça-feira, julho 26

Freeganismo Portugal: Fabrioleo, uma empresa poluidora e sem valores

Freeganismo Portugal: Fabrioleo, uma empresa poluidora e sem valores: A história da Fabrioleo começou em Abril de 1996. Teoricamente trata-se de uma empresa de tratamento de águas residuais, de poluição e de tr...

segunda-feira, junho 27

Castelo Branco: Estátuas do Jardim a um

Castelo Branco: Estátuas do Jardim a um: As estátuas do Jardim do Paço estão a ser digitalizadas de forma tridimensional, o que garante a produção de réplicas idênticas às originais. O projeto está a ser desenvolvido no Fablab.

sexta-feira, maio 27

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sexta-feira, dezembro 18

Al-Arnadaesh (Matos) -

الرفيق ارنالدو ماتوس (Camarada Arnaldo Matos) شقيق ارنالدو إيزيس (Irmão Arnaldaesh)

domingo, agosto 23

Castelo Branco, 1509 (reconstituição 3D baseado em Duarte D'Armas)

Posted by Castelo Branco - Atalaia da Beira Baixa on Terça-feira, 9 de Junho de 2015

quarta-feira, outubro 24

Pensamentos infinitos...



Já cá estou novamente, no meu cantinho, à laia de castelo, entre as minhas coisas, no meu Mundo... do outro lado está outro Mundo... outros Mundos. Escolho aqueles cujas órbitas se cruzam com a minha e, com sentido, interagem.
(...) infinitos
Os regressos nem sempre são desejados e, tantas vezes, nada fáceis... entendo-me bem; aliás, como costumo dizer, sou perito em puzzles de palavras... ui, se sou... quando me acontece a melancolia dos dias, dentro dos meus pensamentos e reflexões,  escrevo (tenho necessidade intensa de escrever) e tantas vezes não faz sentido... depois, movo as palavras, as frases, como se fizesse uma paciência, uma espécie de crapô solitário, porque falta quem o jogue comigo. E tantas vezes acaba a fazer sentido, como se afinal fosse um jogo de multidões de palavras e ideias...
As Multidões... gosto de pass(e)ar no meio de multidões, sem ser notado; desde muito pequeno que o faço e apurei esse "dom"... é delicioso! Questiono-me se serei visível a quem me rodeia; tem o seu “quê” (porquê?!) de oculto, místico. O poder da nossa mente é inexplicável... diz a máxima que, querer é poder... por alguma razão será. Algumas das minhas experiências místicas foram acidentais... aliás, acho que o misticismo me (nos) acompanha, persegue, não o procuro; ele rodeia-me e eu convivo (na maioria das vezes bem) em clima de tolerância consensual... faz-me sentir vivo. Nunca tiveste (tu que me espias), a pura sensação de não pertenceres a este mundo, de seres um personagem que não encaixa na "fotografia de família"!?... Saio para fora do que sou, do meu Mundo e jogo a alquimia das palavras numa cabra-cega onde todos estão vendados... brisas desconhecidas sopram as palavras do meu caderno, como a morte a alma a um corpo e projectam-nas no universo, ao encontro de quem as decifre no seu imo! Mensagens de incursões em “aléns” distantes...
Faço as minhas incursões no "Mundo Exterior"... mas, quase sempre, faço-o sem aviso prévio, aleatoriamente. Eu,  "aéreo" a pensar com os meus botões (raios botões, só um, nos jeans, ahahaha, o resto, zippers) e a fazer contínuos “rewinds” na memória...
(...)infinitos
Sair para quê?... acabo por ser feliz assim... contudo, respeitando este auto-infligido eremitério, tive esperança de ao menos renascer para este mundo (que está cada vez mais um caco... melhor, caca) e partilhar, cara na cara, os mistérios que encerram os seres virtuais, ocultos... místicos que vemos a toda a hora e julgamos “gente como nós”. No entanto, faz-me bem perder-me entre magotes de desgovernados, que não me evitam, porque talvez não existam, como almas que seguem os seus rumos sem rumo, presas às rotinas da vida do corpo que, sem consciência, deixaram, no processo que uns chamam morte, outros libertação... processo... busca da Luz. Não tenho medo da morte... preocupa-me, unicamente, não fazer sofrer terceiros, quando embarcar, rumo à próxima etapa. Quanto ao morrer físico, carnal, que seja uma transição rápida, sem “check-up’s” nem revistas de bagagem, que essa, não levo, porque não deixam (e também não quero). Que seja rápido, mas se tiver de ser com dor, ou de uma dor diferente, boa (já pensas-te que talvez haja uma dor boa?!), ao menos que sirva para algo, nem que seja para dar motivo a uma comemoração de Amigos.
Ao contrário da Morte, tenho, tantas vezes medo da palavra Amar... aliás acho que a vida e os que nos rodeiam acabam por fazer que essa palavra seja, tantas vezes, não mais que uma palavra... será da força que encerra? Das palavras místicas, talvez a mais proscrita e desejada.
(...)infinitos
Pertenço aqui? Às vezes não sei bem se estou bem onde estou, se quero o que quero, se gosto do que gosto, do que desejo... gosto de gostar, mais de gostar de que gostem de mim... isso não me dói (ou talvez interesse, mas não ligo tanto, já liguei mais! Mas gosto...). Ainda busco saber quem realmente sou, quem tu és (existe o que quero? quem eu quero?), compreender o Mundo, quem somos Nós, como somos, realmente, Nós... e eu estou nesse Mundo. Um dia saberei quem sou, se dele sou, ou se estou só de passagem e depois, viajo, apanho uma qualquer auto-estrada na imensidão da via láctea e vou até nunca mais, até ao renascer da alma em pensamentos infinitos.
(...)infinitos

...conta-me... existes?

JVC

Diálogos desconexos




O sol brilha envergonhado entre abertas desfocadas de nevoeiro.
...e viva o riso.
Hoje apesar de rir, optei pelo cinzento, como o sol optou por nele se esconder... Para não continuar, regressei ao aconchego do lar. Sou notívago, por vezes, só às vezes... tantas vezes... vezes demais?!.
Por aqui impera o ruido do silêncio; tanto que, quando alguém passa à minha janela, os seus passos ecoam por toda a casa. É sábado. Acordei cedíssimo para um sábado... raios,  oito horas e já tomava café. Fiz um compasso de espera para ir fazer compras para casa que agora arrumo e acompanho-te, no éter, nas nossas quebras de silêncio enredadas nas horas que passam...
O sol teima em brincar às escondidas, não sei se dele próprio, das nuvens ou dos que, cá debaixo, o reclamam… fugirá de mim!?
Ontem foi um dia de vertigem; as coisas sucederam-se em revoltas de passados que teimam não findar. Quis estar com todos e com ninguém... esta coisa de voltar a ser eu, só eu, solitariamente eu, está a ser mais complicado do que estava à espera... tive saudades de tudo e de todos... não te esqueci… mas tenho de te ter longe; sem dúvida, a vida é um ovo e prega rasteiras constantes. Isto está a transformar-se numa bomba relógio e receio o que possa vir depois... ou não... As mudanças, mesmo radicais, magoam, mas saber gerir o depois é que é importante.
Aqui também a passarada chama o sol... e o um gato em correrias frenéticas tenta prender a minha atenção - “Tipos estranhos estes seres de quatro patas que raramente colocam as da frente no chão... e que hábitos estranhos... brincam com o tempo de forma estranha” -  parece pensar telepaticamente em diálogo com todos os outros que do quintal me observam.
Alimentei a salamandra para espantar alvores de frio. No sofá espera-me o “sketchbook”... vou esparvoar a carvão, para desenhar o que seja, o que esteja no emaranhado de ideias que corre a organizar-se no torpor da manhã... merda -penso eu - para esboçar e só me saem pensamentos que, debulhados em palavras, não têm ainda correspondência nos sentidos que toma um traço de esboço... Diz-me... como se desenham as palavras; como se pintam os sonhos? Como se retrata um pensamento?
Um dia me explicarás essa tua vontade de te esconderes do mundo. Um dia destes, cruzam-se as nossas pessoas algures na cidade, noutro país, noutro mundo, quiçá, noutra era. É um pouco isso, tudo se encaminha para um refinamento do que cada um quer, ou para uma evolução, para algo que (não sei o quê, nem como), substituirá essa forma de auto devassa consentida, que é o querer sempre mais uns dos outros (mesmo que disso não tenhamos consciência). Não deixes de me falar se me reconheceres nessa busca... poderá ser que busquemos juntos.
E que buscamos?! A felicidade? Talvez a verdadeira felicidade seja... que é isso de felicidade? Algo que inventaram, uma palavra mais a que juntam um "in", para criar um antónimo estúpido e balizado, de gente convencida, que tem a rota da verdade? Gente “normal”...
Talvez a consciência da relatividade e dicotomia da "felicidade" façam de mim, de ti e de todos (os como nós) os verdadeiros "felizes"... É tão volátil, frágil e inconstante, a "felicidade" dos normais... antes chamar-lhe "verdadeira consciência de ser" que "ser feliz"... é isso que sinto, na nossa “felicidade” em contraponto com o ilusório e hipócrita ser feliz do “normais”.
Encerrados em casulos que nos dão a consciência do que queremos e somos, acabamos por ser “felizes”, à nossa maneira... quando quisermos e enquanto quisermos... será isso (digo eu); pensarás (e bem), tu?
Difícil não gostar de te ler, de, mesmo entre longos silêncios, sentir a cumplicidade de pensamentos, como se no mundo, no universo, nada de material existisse, só mentes em sintonia, numa partilha de seres telúricos, gasosos, voláteis, que se procuram e entregam na partilha de saberes intemporais...
Escrevo sem sentido, talvez... não ligues... não é habitual... sou fraco resistente no combate aos prazeres de Baco. Quiçá só diga disparates... mas sei que me perdoas... Atropelam-se-me as palavras no tropeçar das ideias; sinto-me o mais feliz dos idiotas... talvez seja essa a minha felicidade!
Passear sozinho por entre uma multidão de surdos... não sei. Esta frio... mas apetece-me ir a todo o lado... e a lado nenhum. Incompreensivelmente, gosto desta estúpida sensação, que já esquecera, de estar saborosamente só... a angústia vai-se a cada toque no teclado falso, virtual, desta maravilhosa tablete de plástico que me liga ao mundo, que me transporta a tantos como eu... como tu... como nós... Que nos deixa, entre essa tão grande mole de gente, escolher a delícia de falar por letras dispersas e palavras, desconexas aos olhos dos ditos "normais", mas com tanto sentido... e sentir. experiencio-te, como da primeira vez, virtualmente, depois do Adeus, dos “Adeus”, passados, presentes e futuros, porque o ciclo é frenético e o Tempo só existe na nossa imaginação colectiva.
Às vezes penso, como seria bom que a minha existência não fizesse sentido, num sentimento egoísta, como se, realmente, eu existisse para alguma coisa. Sinto-me um “enteretainer”, real, num mundo perverso, que anseia pela acção, real... num mundo de sonhos hipócritas.
Tu inspiras amores puros de verdadeiro amor, verdadeiro gostar, como deveriam ser todos. Um dia, os ditos "normais" talvez despertem; gosto ao mesmo tempo que eles me achem distraído, perdido, em estado de pré-insanidade... gosto, mas tenho pena. E pensam-se tão evoluídos que nem sabem espiar-se, ler-se.
A verdade ninguém conhece; terão consciência quando, pensando, compreendam que é no silêncio dos pensamentos de cada um que se encontra a chave da razão de tudo. Ficamos a navegar, secretamente, porque são impartilháveis estas partilhas, este sentir, com os ditos "normais".
E afinal, porquê falar? Para quê falar, se falar vem do pensamento? Para quê gastar palavras na rouquidão das vozes, fartas de gritar pelo verdadeiro sentido de Ser, se com o pensar podemos falar, como tantas vezes o fazemos (e a maioria das vezes nos negamos a fazê-lo)?
Sinceramente fazem-me bem estes diálogos desordenadamente saídos no momento, comigo mesmo, contigo, com eles... e contigo... e contigo, também...Ei! tu, aí, sim, tu!! Contigo, também é contigo!!
Adoro estes diálogos de desconexa harmonia... sem sentido (ou talvez não)
Chamem-me Louco... mas deixem-me ser Eu, para ti... para vós, e juntem-se nesta loucura de Pensar, por mim, por Ti, por todos nós.

JVC

quarta-feira, agosto 29

terça-feira, fevereiro 21

Me haces tanto bien.mp3 - 4shared.com - online file sharing and storage - download - Osman Solares

Me haces tanto bien.mp3 - 4shared.com - online file sharing and storage - download - Osman Solares: Me haces tanto bien.mp3

quinta-feira, janeiro 19

(...) A certeza Absoluta do Homem é a forma mais limitadora da Verdade e de todo o respeito por todos quantos palmilham o mesmo caminho.

E o caminho é igual para todos; o objectivo desconhecido é o mesmo para todos sendo que cada um trilha-o consciente ou inconscientemente na procura da incerteza que os espera ao fim desse caminho.

Quem o percorre de forma surda, ignorando a miríade de almas que em conjunto pendulam na ponte frágeis sobre os abismos da vida, acabam por ser entes isolados numa multidão de gente só! (...)

JVC

segunda-feira, maio 16

Já chega deste Regime…



Acho que neste momento, mais que nunca, exigia-se a quem está à frente dos destinos do país, assim como aqueles que aspiram a estar, encontrar consensos e as melhores soluções para sairmos deste pântano. Não adiantam nada acusações acerca de quem fez (ou não fez); aí, tenham toda paciência, mas é difícil encontrar quem se encontre isento de culpas ao longo dos anos de Liberdade (pós PREC).

Há muito que o povo vê o diálogo político como conversa mole ou engodo caça-votos; todos se atacam e destroem ideias, sejam elas positivas ou negativas, só pela "disciplina de voto"... porque se tem de votar contra... porque são os outros que apresentam... Já nem falo dos crónicos "bota-baixistas" onde se incluem extremadas opiniões da esquerda mais radical ou ortodoxa (BE e CDU) dos inúmeros comentadores, muitos deles que também passaram por cargos de relevo e/ou decisórios em anteriores legislaturas, agora transformados em moralistas ou velhos do restelo (engraçado que não vejo alguns, caso de Medina Carreira, abdicar de algumas das mordomias e benesses derivados dos cargos que desempenha ou desempenhou, a par da sua carreira profissional, de membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, membro do Conselho Fiscal da Fundação Oriente, vice-presidente do Conselho Nacional do Plano, vogal do Conselho de Administração da Expo'98, presidente da Comissão de Reforma de Tributação do Património (nomeado por António Sousa Franco), presidente da Direcção da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores e vogal eleito do Conselho Superior da Companhia de Seguros Sagres. Exerceu ainda o cargo de Subsecretário de Estado do Orçamento, durante o VI Governo Provisório (1975-1976), o qual deixou de exercer para assumir, logo de seguida, as funções de Ministro das Finanças do I Governo Constitucional (1976-1978); este é só um exemplo…

Precisa-se coragem para urgentemente se fazer uma reforma a sério no regime. Um sistema presidencialista e mais representatividade directa dos eleitos junto dos eleitores, diminuiriam em muito muitos dos “imbróglios” políticos que nos afectam, assim como ajudariam ao emagrecimento do Estado. Acabavam se de vez as “guerras” das Presidenciais, onde cada vez mais se discutem coisas sem interesse para a resolução dos reais problemas do País e desapareceria uma figura que é, consoante a cor partidária da mesma, meramente decorativa ou “extremamente importante” A nossa Constituição, em toda a sua “perfeição”, não permite que ela própria se renove ou adapte à evolução do Povo que a mesma deveria defender, é ela a culpada de não poder incluir nas opções de regime as convicções Monárquicas (ou outras) que tão “gozadas” são, mas que possuem tanta legitimidade quanto o sistema semipresidencialista que vigora e que a cada 5 anos elege (ou reelege) um “rei civil” que, por mais boa vontade que tenha, nunca será “bem-amado” pelos seus actos (ou ausência deles) mas pelo facto de ser do partido A ou B. Ao menos numa Monarquia Constitucional, o Rei, por mais “Decorativo” que seja, representa a unidade de um povo, e tem mais legitimidade para poder ser uma voz de consenso nos momentos difíceis. A nossa Constituição, foi criada de forma a entronizar uma forma de pensamento estática e desprovida de verdadeiro espírito democrático prático e a mostrá-lo estão as leis que são criadas e que a ela obrigam a constitucionalidade, ou seja, autênticos “pântanos jurídicos” que nem 10 “FMI’s Legislativos (caso existissem), seriam suficientes para reformar.

Já chega! De uma vez por todas, os nossos políticos deveriam reconhecer que o sistema político falhou, que não podemos continuar a pensar e a agir da mesma forma que se pensava há 30 anos. Já não há PREC’s nem perigos de extremismos, sejam eles de direita ou esquerda. Estamos na UE e não quiseram adaptar a Constituição, Leis e Regime Político às novas realidades. Porque geneticamente, os portugueses são avessos à mudança? Porque o “Povo é quem mais ordena”? “Fascismo Nunca mais…”?, etc.?, etc.? Já começa a ser conversa de “mau pagador”; aquilo que geneticamente mais afecta o povo português, é sem dúvida a capacidade e coragem de assunção da culpa, Isso sim é “crónico”. Atribuir ao Povinho a culpa de não procurar a mudança com o voto e ser ele o “responsável” por toda a vergonha e motivo de chacota global em que se transformou o País, é o mesmo que passar-lhe um atestado de imbecilidade pura, porque desde sempre as orientações partidárias foram no sentido de deseducar o livre pensamento político dos eleitores, formatando-os com as “cassetes dos manifestos” políticos de cada facção. É mesmo uma desculpa de “sacudir o capote” e acusar o elo mais fraco, o facilmente atingível e influenciável.

Bem vistas as coisas, não há alternativas possíveis à ordem partidária e a rotatividade democrática trouxe sempre mais do mesmo, melhor, mais do mesmo e sempre a piorar. O crescente número de eleitores que desistiram de exercer o seu direito de voto, porque se cansaram de todas as querelas políticas, é bem a prova que o sistema deveria ser mudado. Acredito que, quem ainda mantém o sistema eleitoral com afluência às urnas, são os novos eleitores que vão votar, e conheço inúmeros que assim se manifestaram, por curiosidade; raramente, cada vez mais, não há consciência política. Vota-se PS, PSD ou em qualquer outra força política, porque há “tradição familiar”, porque a maioria dos conhecidos e amigos votam lá, porque a região é maioritariamente da cor A ou B, e outras tantas razões… a educação falhou também aqui. O “espicaçar” da consciência política por parte do Estado, por conveniência, foi-se diluindo ao longo dos tempos, desde o 25 de Abril de 74. Hoje é raro encontrar-se um jovem que tenha noção do que é realmente a Esquerda, a Direita, o que foram (e o que levaram a elas) as Ditaduras de Esquerda e Direita, etc. é comum ouvirem-se estudantes pré (ou mesmo universitários) dizer “bacoradas” do género: “…o 25 de Abril foi feito pelo Dr. Mário Soares que depôs o governo fascista de Sá Carneiro e do Chefe do Estado, General Spínola… Francamente, não fosse eu contido nos actos e abominar a violência, apetecia-me esbofetear o jovem que ouvi dizer isto, na mesa ao lado da minha, na esplanada das Tílias! Comparo este tipo de observações à das crianças que, à pergunta sobre de onde se obtém o leite, respondem cândida e prontamente: Do Continente, Daaah!...

segunda-feira, maio 2

Obama, o Nobel da Paz?!?!?!....

Hoje, durante a madrugada europeia, com a solenidade e circunstância que é hábito nos Presidentes dos EUA (mais gafe ou menos gafe), ridiculamente, de forma absolutamente arrogante e "com um brilhozinho nos olhos", Obama (o salvador da América, o pacific...ador, a voz crítica das intervenções bélicas internacionais dos seus antecessores, o idolatrado por  Michael Moore e todas as "virgens ofendidas" pelos excessos imperialistas de Bush [pai e filho], aquele que iria mudar o rumo, a face e a posição perante o planeta da nação Americana), ele mesmo, dirigiu-se ao mundo anunciando a morte de Bin Laden, o inimigo público número 1 do mundo. É consensual, exceptuando claro aqueles que não se revêem nos valores da Paz, Justiça e Democracia, que Bin Laden era uma ameaça para a estabilidade e harmonia planetária. Só quem não esteja no seu perfeito juízo, poderá pensar o contrário (digo eu) e isso é consensual; o tipo era mesmo execrável. Daí, a haver tanto júbilo, começando por aqueles que nunca tomaram posições concretas acerca do mandante da morte de milhares de pessoas, ou foram céleres a condenar acções próximas tomadas, por exemplo, por Bush, acho que é exagerado. Não sei como vão os fervorosos apoiantes da "causa Democrata" de Obama, dentro e fora dos EUA, analisar uma ordem directa que visou eliminar, pura e simplesmente, aquele que tantas contas tinha a prestar ao mundo. Até o "clown Bush", em relação a Sadam Usseim, procurou que o escroque tivesse um julgamento (mesmo que seja questionável). O que afinal Obama fez, foi passar uma ordem de execução extra-juducial, à revelia da comunidade internacional. Se tivesse vergonha, o PRÉMIO NOBEL DA PAZ, devolvia já a distinção à Academia Nobel (coitado do Dr. Alfred que deve dar mais voltas na tumba que um gato com fogo na cauda) e propunha desde já ao congresso dos EUA a abolição da Pena de Morte para todos os Estados da União e a deposição efectiva das Armas que "povoam" os seus conterrâneos, abolindo essas duas emendas da Constituição. A meu ver, há duas interpretações que são passíveis de serem reais: uma é que nunca interessaria ao Colosso Americano que Bin Laden "botasse a boca no trombone" e ficassem ainda mais a nú as asquerosas política Norte-Americanas e o seu discurso ambíguo e encapotado de princípios éticos, morais e humanistas; outra (aí desafiava o More ou outro da sua "laia") deixa-me a pensar se, efectivamente, o Bin morreu ou não terá sido levado para algum lugar onde lhe deram garantias de protecção a troco de ele pressionar os seus pares a deslocarem os seus ódios para fora do continente Norte-americano. Ainda há quem dê crédito a estes tipos... mal, mesmo muito mal vai o Mundo!!! J. Vaz de Carvalho

quinta-feira, fevereiro 17

segunda-feira, novembro 15

IN MEMORIAN

Henryk Mikołaj Górecki
1933 - 2010

sexta-feira, abril 23

FENG SHUI PASSATEMPO em escape.pt



A Pranahouse, Jorge Abel Santos e o site escape.pt OFERECERAM workshops de Feng Shui!

Lista de Vencedores:

Vera Mónica d`Almeida Pó C. Moreira, Liliana Crespo Henriques, Hugo Rafael Borges Isidoro e Raquel Dang Caçote Raposo vão estar connosco para saberem como podem ter harmonia, equilíbrio e prosperidade através do FENG SHUI!!!

Os nossos Parabéns!!!

quinta-feira, abril 15

WORKSHOP DE FOTOGRAFIA



Programa:

Breve história da fotografia

Técnicas básicas de fotografia

A fotografia digital

Processamento de ficheiros digitais de imagem






Data: 01 de Maio 2010 (das 10H às 13H e das 14H às 19H)


Duração do workshop: 7 horas

 
Nº máximo/mínimo de participantes: 10/6


Idade mínima dos participantes: 16 anos


Preço 60 euros (IVA inc.)


Desconto de 10% para os titulares do Cartão Presença da PRANAHOUSE.


Inscrições através do email: eventos.prana@gmail.com ou através do tlm. 910 75 10 69


Local do Evento:


espaçoPRANAHOUSE


Rua Ilha dos Amores, lote 04.08.01 L
(Junto à Escola Vasco da Gama)
Parque das Nações - Lisboa


Mais informação em http://www.pranahouse.pt/

terça-feira, março 23

NEVOEIRO

NEVOEIRO







Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,


Define com perfil e ser


Este fulgor baço da terra


Que é Portugal a entristecer –


Brilho sem luz e sem arder,


Como o que o fogo - fátuo encerra.






Ninguém sabe que coisa quer,


Ninguém conhece que alma tem,


Nem o que é mal nem o que é bem.


(Que ânsia distante perto chora?)


Tudo é incerto e derradeiro.


Tudo é disperso, nada é inteiro.


Ó Portugal, hoje és nevoeiro...

É a hora!



Valete, Frates

(Fernando Pessoa) in: Mensagem

segunda-feira, março 22

Prendas e subornos

"Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar contra a Fome."

Francisco Moita Flores
















Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete. Era a véspera de Natal. Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolos-rei cheirou-me a esturro. Também chegaram coisas menores. E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, a única prenda que não consigo recusar.


Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de solidariedade social, com excepção das flores. No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se distribuíam por três grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo, menos provocador, resultava de listas que grandes empresas ligadas a fornecimento de produtos, mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado simbólico: flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal. Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala inimaginável. Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas--festas quando se recebe milhares e se expede milhares.



Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito, alterei-o. Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos todas as prendas que enviassem. Porém, pedíamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a Fome. Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.



Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público. Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros, ainda se compreendia e seria razoável. Em vários países do mundo é assim. Aqui não. Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar. E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida.




Francisco Moita Flores, Professor Universitário
in correio da manhã de 21MAR20010

quinta-feira, setembro 3

quinta-feira, julho 2

sexta-feira, maio 29

Quase a medo...

É a primeira vez que escrevo num blog que não é meu...é estranho...quase que me sinto intrusa das palavras de uma caneta com que não sei escrever, porque a cadência tem outra música nas letras. E ...quase a medo.

quarta-feira, abril 29

Leis da Vida... é A VIDA

CAUSA DEBET PRAECEDERE EFFECTUM

Aos curiosos que se crêem inteligentes...


nota- se não sabem o que quer dizer o que está acima, dou uma pista: é latim... agora busquem no google.

quarta-feira, agosto 27

THE END

FIM...


Pelos que me viram e pelos que gostei de ver aqui, fica a memória.


Obrigado.

terça-feira, julho 29

POLITIQUICES... Jaime Gama ou a incoerência política no seu melhor

A falta de tempo não me tinha ainda permitido colocar aqui esta "pérola" da política indígena...



Ainda há quem acredite na política...

...nos políticos...

Ah! e pior ainda, há quem tenha a INDECÊNCIA DE ACREDITAR EM SI MESMO e querer fazer passar a mensagem que são todos coerentes.

São estas pessoas que se querem dar ao respeito, quando não respeitam a inteligência dos outros?!?!?!

Afinal, o que mudou nestes anos? Liberdade para este tipo de discursos?

Que tristeza!!

segunda-feira, março 31

Reflexões ao fim do dia - Por do sol em Monsaraz, junto à Albufeira de Alqueva













A minha foto em contraluz, foi tirada em Arraiolos por Vanda Caetano e pode ser vista na sua página aqui
Obrigado Amor.

quarta-feira, fevereiro 13

Mais uma do paraíso das cegonhas...Pinhal da Poupa

Na estrada entre Lavre e Montemor-o-Novo encontra-se uma zona protegida com mais de 30 árvores preparadas para servirem de suporte a umas dezenas ninhos de cegonha. O horizonte recortado por este estranho mas original conjunto de pinheiros desramados onde a passarada, maioritáriamente cegonhas, constroem os seus ninhos, começa a vislumbrar-se a algumas centenas de metros, ao longo da estrada rectilínea que passa ao lado e presta-se à obtenção das mais variadas fotos. Ao crepúsculo, fez-me recordar as imagens criadas pelos paleontólogos quando representam as hipotéticas paisagens da fauna e flora pré-históricas.



sexta-feira, fevereiro 8

Boa Noite Sol...







Pinto com luz o que vejo...


agarro os tons quentes do fim de tarde,


único, neste Alentejo onde encontrei a paz e o sentido da vida


cujo rumo há muito extraviara


e que agora, ao sabor do Sol,ousei reencontrar.


Em boa hora apareceu este Sol, há muito perdido de mim,


prisioneiro do desencontro, do desacerto intemporal das coisas voláteis...


Energia sideral que aqui deixo, em tons paste


e que dedico ao imenso raio de quente de luz que Ela é,


e que tu Sol, que agora, sorrindo, segues a tua cíclica saga,


lançaste um dia no meu caminho para aquecer o meu ser.




Obrigado, Sol, volta amanhã


que eu cá estarei para celebrar-te.




Boa noite Sol;


Obrigado Sol;




Boa noite a quem Amo.






NAMASTÉ

terça-feira, janeiro 15

segunda-feira, janeiro 14

Pormenor




Pormenor de pintura




(Autor da obra: González)






sexta-feira, janeiro 11

VERTIGINOSAMENTE

(Clicar sobre a imagem para aumentar)

Esta foi a minha primeira foto incluida numa galeria pública no site OLHARES.COM



Obrigado a todos os que deixaram que isso fosse possível.



Para visualizar esta foto, obtendo o efeito pretendido, experimentem fazer o seguinte:Depois de clicar sobre a imagem, ela abre em tamanho aumentado no blog; com uma folha de papel A-4 ou com uma revista, façam um cilindro/canudo, ligeiramente afunilado, com um diâmetro próximo de uma moeda de 10cêntimos/€ (no topo menor).Depois, olhar através dele, pelo diâmetro maior, a cerca de 40/50cm da foto, aproximando e afastando o campo de visão e percorrendo toda a foto.Espero que "sintam" o que pretendo transmitir.

Linhas Cruzadas


quarta-feira, janeiro 2

EU SABIA!!!!....

...OU DUVIDAVAM?!?!?!.....

Logo no primeiro dia? Nem de propósito, Sr. Inspector Geral!!!!


Presidente da ASAE «apanhado» a fumar


No madrugada do dia 1 de Janeiro, na festa de Réveillon do Casino do Estoril, os cinzeiros continuavam nas mesas do Salão Preto e Prata e o inspector-geral e sub-inspector da ASAE continuaram a fumar, segundo noticia o DN. O dirigente da ASAE, António Nunes, entende que não violou a lei, porque esta não incluiu os casinos. A Direcção Geral de Saúde garante que sim.
«Entendemos que os casinos e as salas de jogo estão abrangidos pela nova lei do tabaco. Esta estabelece como princípio geral o limite do consumo do tabaco em locais fechados de utilização colectiva e, portanto, sendo os casinos e salas de jogos recintos fechados não podem deixar de ser incluídos na lei», explicou ao DN a jurista da DGS.
Ao DN, António Nunes disse deconhecer qualquer «circular a dizer que não se pode fumar nos casinos e salas de jogos. É preciso que a DGS o faça».

IN: PORTUGAL DIÁRIO

 

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